Boa noite,Minha intenção era realmente não falar mais sobre assunto, pelo menos não tão já e de forma triste. Mas depois das notícias que tivemos hoje preciso falar novamente sobre a "crise americana" que está cada dia mais próxima de nós.
Hoje dia 29/09/08 o índice Bovespa, principal indicador da Bolsa de Valores de São Paulo despencou 9,36% após o Congresso americano rejeitar o pacote de medidas que previa a injeção de US$ 700 bilhões na economia daquele País. Depois do desastre econômico provocado pela incompetência do Governo Bush, a aprovação desse pacote é primordial para evitar o esfarelamento da economia não só daquele País como do mundo todo, mas isso é uma prova que diferentemente do que acontece no Brasil, os Estados Unidos têm uma forte resistência para transferir dinheiro público ao setor privado. Uma prova disso é o Congresso não ter aprovado o pacote econômico hoje, pode até aprová-lo nos próximos dias, mas pelo menos já deram uma lição no presidente Bush. No Brasil, no ano de 1996 foi criado o PROER um plano de salvação elaborado pelo Governo Federal para salvar os bancos em crise e foi muito fácil aprová-lo no Congresso. Quem será mais capitalista, nós ou eles?
Voltando ao presente, no pé em que está a situação torço muito para que o pacote seja sim aprovado e mais uma vez espero que essa crise seja o mais breve possível não provocando sérias complicações na economia brasileira. Pois quando eles (os imperialistas) criam regras para as economias emergentes, nós a cumprimos sob a pena de represálias. Enquanto isso eles não cumprem regra alguma, fazem os que querem da própria economia e quando quebram a pena vai para todos, inclusive para os pobres que mais uma vez pagam o pato. Sinceramente, torço para que essa crise se restrinja à eles e cada um com seus problemas.Gregório Luiz Anaconi

1 comentários:
Aqui acho que as políticas são muito em pro de socializar as dividas enquanto que os lucros ficam com poucas pessoas. Ainda a coisa publica na visão de muitos de nossos dirigentes é apenas uma extensão de suas posses, embora isso esteja mudando.
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